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A VACINA DE POLIO: UMA AVALIAÇÃO CRÍTICA DE SUA HISTÓRIA, EFICÁCIA E EFEITOS A LONGO PRAZO
A VACINA DE POLIO: UMA AVALIAÇÃO CRÍTICA DE SUA HISTÓRIA, EFICÁCIA E EFEITOS A LONGO PRAZO
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A vacina de polio: um avaliação crítica de sua história secreta, sua eficácia e consequências ligadas a saúde a longo prazo.
Última atualização – Sábado, Outubro 17, 2009 10:20
Sábado, Outubro 16, 2009 09:41 - Notícias
Frequentemente, quando compartilhando informação sobre os perigos de vacinas, os que acreditam em vacina apresentam a noção de que polio foi erradicado por vacinação - uma mentira que tem sido empurrada pela industria farmacêutica para justificar campanhas de vacinação.
Para remediar essa concepção errrônea, publicamos este documento excelente sôbre a vacina de polio.
A VACINA DE POLIO: UMA AVALIAÇÃO CRÍTICA DE SUA HISTÓRIA, EFICÁCIA E EFEITOS A LONGO PRAZO
The following information was excerpted with permission from Vaccine Safety Manual by Neil Z. Miller. Copyright Neil Z. Miller, All Rights Reserved. For more information, visit HYPERLINK "http://www.thinktwice.com/"www.thinktwice.com
A Vacina de Polio: uma Avaliação Crítica de sua História Secreta, Eficácia e Consequências de Saúde a Longo Prazo.
Neil Z. Miller
Thinktwice Global Vaccine Institute
P.O. Box 9638
Santa Fe, NM 87504 USA
Website: www.thinktwice.com
Abstrato
Polio (poliomyelitis) é uma doença viral potencialmente perigosa. Para combater esta doença, pesquisadores desenvolveram duas vacinas de polio (inativado e vivo), desenvolvidas em culturas feitas de rins de macaco. No início de 1950, estas vacinas foram administradas em milhões de pessoas nos Estados Unidos e no mundo. Oficialmente, a vacina de polio é tida como segura e efetiva, tendo recebido o crédito de por sí só ter reduzido a incidência dessa doença. Esta doutrina não é apoiada pelos fatos.
Um vírus de macaco SV-40 causador de câncer foi descoberto em vacinas de polio administradas em milhões de pessoas. SV-40 tem sido encontrado em tumores cerebrais, câncer dos ossos e leucemia. SV-40 é transmitido por meio de intercurso sexual e de mãe para filho no útero. Macacos que foram usados para fazer vacinas de polio estavam infetados com o virus símio de imunodeficiência (SIV), um virus muito próximo do virus humano de imunodeficiIencia (HIV), o agente infeccioso associado com AIDS. Alguns pesquisadores questionam se HIV pode ser simplesmente o SIV ‘residindo e adaptando-se a um hóspede humano’. Vacinas de polio tambem contem serum de bezerro, glycerol e outras partes de vaca que tem sido infeccionadas com encefalopatia espongiforme bovina (BSE), ou doença da vaca louca, uma doença fatal de destruição do cérebro que alguns pesquisadores associam com a doença humana equivalente, a doença de Cruetzfeldt-Jakob CJD.
Técnicas correntes de redução de doença que dão ênfase a ganhos a curto prazo em detrimento das consequências para a saúde a longo prazo precisam ser avaliadas e descontinuadas, enquanto paradigmas novos e mais seguros são pesquisados e implementados.
©Copyright 2004, Neil Z. Miller. All rights reserved.
Palavras chaves: polio, meningite aseptica, virus símio, SV-40, encefalopatia espongiforme bovina, BSE, vCJD
1. O que é polio?
Polio é uma doença contagiosa causada por um virus intestinal que pode atacar células nervosas do cérebro e espinha dorsal. Sintomas incluem febre, dor da cabeça, dor de garganta, e vômito. Algumas vítimas desenvolvem complicações neurológicas, inclusive rigidez da nuca e dorso, músculos fracos, dores nas juntas e paralysis de um ou mais membros ou dos músculos respiratórios. Em casos severos pode ser fatal, devido a paralisia respiratória.
2. Como polio é contraído?
Polio pode se espalhar por contacto com fezes contaminadas (por exemplo, por mudar as fraldas de um criança) ou por gotas no ar, em comida ou em água. O vírus entra no corpo pelo nariz ou boca, e então vai para os intestinos onde fica encubado. Depois, entra na corrente sanguínea onde anticorpos anti-polio são produzidos. Na maioria dos casos, isso interrompe a progressão do vírus e o indivíduo ganha imunidade permanente contra a doença. [1].
Muitas pessoas errôneamente acreditam que qualquer pessoa que contrai polio fica paralizada para sempre ou morre. No entanto, na maioria das infecções causadas por polio há poucos sintomas distintos [2]. De fato, 95 por cento de todos os que são expostos ao vírus de polio natural não exibirão sintomas, mesmo em condições de pandemia. [3,4]. Cêrca de 5 por cento das pessoas infectadas experimentarão sintomas leves, tais como dor de garganta, pescoço rígido, dor de cabeça e febre, frequentemente diagnosticadas como uma gripe ou influenza [3,5]. Estima-se que paralisia muscular ocorre em cerca de uma em cada 1000 pessoas que pegam a doença. [3,6]. Isso levou alguns pesquisadores cientístas a concluirem que a pequena percentagem de pessoas que denvolvem polio paratítico seriam anatomicamente susceptíveis a doença. A vasta
doi: 10.1588/medver.2004.01.00027
N.Z. Miller/Medical Veritas 1 (2004) 239–251 240
maioria da população talvez seja naturalmente immune ao virus de polio [7].
Injeções: Vários estudos tem mostrado que injeções (com antibióticos ou outras vacinas) aumentam a susceptibilidade a polio. De fato, pesquisadores tem sabido desde o início de 1900 que polio paralítico frequentemente começa no local da injeção [8,9]. Quando vacinas de difteria e coqueluche foram introduzidas nos anos de 1940, casos de poliomelite paralítica aumentaram muito. (Figure 1) [10]. Isso foi documentado no Lancet e outros jornais médicos [11-13]. Em 1949, o Conselho de Pesquisa Médica na Grã Bretanha estabeleceu um comitê para investigar o assunto e no final concluiu que indivíduos estão em risco maior de paralysia, durante 30 dias após as injeções; injeções alteram a distribuição da paralisia; e não fez diferença se a injeção era subcutânea ou intramuscular[14,15].
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Figura 1. (Ver figura no texto em ingles em www.theflucase). Estudos mostram que injecões aumentaram a susceptibilidade a polio. Quando vacinas de difteria e pertussis foram introduzidas na década de 1940, casos de poliomelite paralitica subiram como foguete Êsse quadro mostra o número médio de casos de polio por cada 100.000 pessoas durante o período de 5 anos antes e depois das vacinas serem introduzidas. Fonte: National Morbidity reports tirados ds relatórios de obseração do US Public Health; Lancet (April 18,1950),.659-63.
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Um estudo realizado em 1992 e publicado no Jornal de Doenças Infecciosas (Journal of Infectious Diseases), deu validade a achados anteriores. Crianças que receberam injeções de DPT (difteria, tetanus, e coqueluche) tinham de modo significativo mais probabilidade de sofrer poliomelite paralítica dentro de 30 dias [16]. De acordo com os autores, este estudo confirma que injeções são uma causa importante de poliometite provocativa. [16:444].”
Em 1995, o Jornal de Medicine da Nova Inglaterra (The New England Journal of Medicine) publicou um estudo mostrando que crianças que receberam uma só injeção dentro de um período de um mes após receberem uma vacina de polio, tinham uma probabilidade 8 vezes maior de contrair polio do que crianças que não receberam nenhuma injeção.
O risco passsou a ser 27 vezes mais also quando crianças receberam até nove injeções, dentro de um mês após terem recebido a vacina de polio. E com dez ou mais injeções, a probabilidade de desenvolver polio foi 182 veses maior do que esperado [17].
Nao está claro por que injeções aumentam o risco de polio [18]. No entanto, esses estudos e outros [19-24] indicam que “injeções devem ser evitadas em países com poliomelite endêmica. [18].” Autoridades de saúde acreditam que todas injeções desnecessárias devem tambem ser evitadas [18:1006;24].
Deficiências Nutritivas: Tem sido demonstrado que uma dieta pobre tambem aumenta a
susceptibilidade de polio [25]. Em 1948, durante o alto da epidemia de polio, Dr. Benjamin Sandler, especialista em nutrição no Hospital de Veteranos Oteen (Oteen Veterans’ Hospital), documentou uma relação entre polio e o uso excessive de açucares e massas (starches) . Ele compilou dados mostrando que países com o consumo de açucar mais alto per capita, tais como os Estados Unidos, Bretanha, Australia, Canada, e Suécia (com mais de 100 pounds por pessoa por ano) tinham a maior incidência de polio
[26]. Em contraste, polio era praticamente inexistente na China (com consumo de somente 3 pounds por pessoa por ano) [26].
Dr. Sandler alegou que açucares e massas (starches) baixavam o nível do açucar do sangue causando hipoglycemia, e que ácido fosfórico em bebidas carbonadas roubava os nervos de nutrição apropriada. Tais comidas desidratam as celulas e levam a eliminação de calcio do corpo. Uma deficiência séria de calcio precede polio [26-29]. Nervos enfraquecidos do tronco ficam mais predispostos a mal funcionamento e a vítima perde o uso de um ou mais membros [26:146].
Pesquisadores sempre souberam que polio ataca com maior intensidade durante os meses quentes do verão. Dr. Sandler observou que crianças consumem quantidades maiores de sorvete, bebidas gazeificadas e produtos adoçados artificialmente em tempo quente. Em 1949, antes do período de polio começar, ele avisou aos residentes da Carolina do Norte através de jornais e rádio para diminuirem o consumo desses produtos.
Naquele verão, os habitantes da Carolina do Norte diminuiram o consumo de açucar em 90 por cento e polio diminuiu na mesma quantidade! O departamento de saúde do estado
relatou 2.498 casos of polio in 1948 and 229 cases in 1949 (informação tirada
de dados do Departamento de Saúde da Carolina do Norte ) [26:146;29].
Um fabricante enviou um milhão de galões de sorvete a menos durante somente a primeira semana após a publicação da dieta anti-polio do Dr. Sandler. A venda de bebidas gazeificadas tambem caiu. Mas a poderosa Rockefeller Milk Trust que vendia produtos congelados para Carolina do Norte juntou forças com o negócio de bebidas com gaz e convenceu as pessoas que os achados do Dr. Sandler era um mito e que os dados sobre polio eram acidentais. No verão de 1950 as vendas estavam de volta aos níveis anteriores e os casos de polio voltaram ao ‘normal’ .
[26:146;29].
3. Polio pode ser tratado?
Polio paralitico é raramente permanente. Normalmente há uma recuperação completa [30-34]. O poder muscular começa a retornar depois de vários dias e continua a melhorar durante os próximos 12-24 meses [30-34]. Uma pequena percentagem de casos terá paralisia residual. Em casos raros, paralisia dos musculos usados para respirar podem levar a morte [5:108;30-34].
O tratamento consiste principalmente em colocar o paciente em cama, permitindo que os membros afetados fiquem completamente relaxados. Se respiração está afetada, um respirador ou pulmão de ferro talvez seja necessário.
4. Existe uma vacina de polio?
In 1947, Jonas Salk, um médico norte mericano e microbiologista se tornou o chefe do Laboratório de Pesquisa de Vírus na Universidade de Pittsburgh. Ele estava interesssado em desenvolver uma vacina de polio. Em 1952, Salk combinou tres tipos de polio cultivados em material feito de rins de macaco. Usando formaldehyde, ele conseguiu ‘matar’ ou inativar o material viral de modo que desencadearia um resposta de anticorpos sem causar a doenca. Naquele ano ele começou seus experimentoss iniciais em sujeitos humanos. Em 1953, seus achados foram publicados no Journal of the American Medical Association. E em abril de 1954 foi lançada a primeira campanha de imunização contra polio na nação, dirigida para crianças em escolas [35]. No entanto, logo depois, centenas de pessoas contrairam polio devido a vacina de Salk; muitos morreram. Aparentemente, seu ‘virus morto’ não estava completamente inativado [1]. A vacina foi re-desenvolvida e por agosto de 1955 mais de 4 milhões de doses foram administradas nos Estados Unidos. Por 1959, aproximadamente outros 100 países estavam usando a vacina de Salk [1,35].
In 1957, Albert Sabin, outro médico norte Americano e microbiologista, desenvolveu a vacina com o vírus vivo (oral) contra polio. Ele não achava que a vacina com o virus morto de Salk fosse efetiva para prevenir epidemia. Ele queria que sua vacina estimulasse uma infecção como na vida real. Isso significava usar uma forma atenuada ou enfraquecida do vírus vivo. Ele fez experiência com milhares de macacos e chimpanzes antes de isolar uma forma rara de polio que se reproduziria no trato intestinal sem penetrar no sistema nervoso. As experiências com seres humanos foram conduzidas em países estrangeiros. Em 1958, foi testado nos Estados Unidos. E em 1963 a vacina oral de Sabin, feito como um ‘cubo de açucar’, se tornou disponível para uso pelo público em geral. [1,35].
5. Qual é a vacina em uso hoje em dia?
Em 1963, a vacina oral de Sabin rapidamente substituiu a injetável. A oral é mais barata, mais fácil de fazer, e parecia oferecer maior proteção, inclusive ‘imunidade de rebanho’ em pessoas não vacinadas. No entanto não pode ser dada para pessoas com sistema de imunidade comprometido [1,35]. Além disso, é capaz de causar polio em alguns recipients da vacina e em indivíduos com sistema de imunidade comprometido que entram em contacto com crianças recentemente vacinadas [1,35-38]. Como resultado, em Janeiro de 2000, o CDC ‘atualizou’ suas recomendações de vacina de polio, revertendo para as medidas implementadas inicialmente durante os anos de 1950: crianças devem receber somente a vacina injetável do virus morto. A vacina oral deve ser dada somente
em ‘circunstâncias especiais [39-41].”
6. As vacinas de polio são seguras?
Quando as campanhas nacionais de imunização foram iniciadas nos anos de 1950, o número de casos relatados de polio após vacinação com o virus morto era significantivamente maior do que antes das inoculações em massa, e pode ter mais do que dobrado nos Estados Unidos como um todo. Por exemplo, Vermont relatou 15 casos de
polio durante o período de um ano terminando em 30 de Agosto de 1954
(antes das inoculações em massa) comparado com 55 caso de polio durante um período de um ano terminando em 30 de Agosto de 1955 (depois das inoculações em massa) um aumento de 266% . Rhode Island relatou 22 casos durante o período anterior a inoculações comparado com 122 cases during o período depois das inoculações, um aumento de 454% . Em New Hampshire os números aumentaram de 38 para 129; em Connecticut eles cresceram de 144 para 276; e em Massachusetts eles incharam de 273 para 2027 , um aumento gritante de 642% increase (Figure 2) [26:140;29:146;42].
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Figura 2. Casos de polio aumentaram no US após inoculações em massa,
(Ver Figura 2 no documento em ingles em www.theflucase) Quando campanhas nacionais de immunização foram iniciadas em 1950, o número de casos relatados de polio após inoculação em massa com o vírus morto foi significadamente maior do que antes da inoculação e pode ter dobrado no US como um todo. Fonte: U.S. Government statistics.
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Médicos e cientistas na equipe do Instituto Nacional de Saude durante os anos de 1950 estavam cientes de que a vacina de Salk estava causando polio. Alguns afirmaram francamente que a vacina não tinha valor como prevenção e era perigosa de tomar[26:142].” Eles recusaram vacinar seus próprios filhos [26:142]. Departamentos de Saúde baniram inoculações [26:140]. O Diretor de Saúde do Estado declarou iradamente: “E mantenho que a vacina de Salk e seus manufaturadores são responsáveis pela erupção de polio que matou Idahoanos e hospitalizou dúzias mais [26:140]. Mesmo o próprio Salk foi citado como dizendo: “Quando você inocula crianças com uma vacina de polio você não dorme bem por duas ou tres semanas [26:144;43].” Mas a Fundação Nacional de Paralisia Infantil e companhias de drogas com um largo investimento coagiram o Serviço de Saúde Pública dos Estados Unidos a proclamar falsamente que a vacina era segura e efetiva [26:142-5].
Em 1976, Dr. Jonas Salk, criador da vacina com virus morto usado em 1950, testificou que a vacina com virus vivo (usado de modo quase exclusivo nos Estados Unidos desde o início de 1960 até 2000) era a ‘causa principal se não a única’ de todos os casos de polio relatados nos Estados Unidos desde 1961 [44]. (O virus permanece na garganta por uma ou duas semanas e nas fezes até por dois meses. Portanto, recipientes de vacinas estão sob risco e potencialmente podem espalhar a doença enquanto a excreção do vírus pelas fezes continua [45].) Em 1992, os Centros de Controle de Doença (CDC) federais publicaram uma admissão de que a vacina com o virus vivo tinha se tornado a causa dominante de polio nos Estados Unidos [36]. De fato, de acordo com os números do CDC, todo caso de polio nos Estados Unidos desde 1979 era causado pela vacina oral de polio [36]. Autoridades alegam que a vacina era responsável por cerca de oito casos de polio, cada ano [46]. No entanto, um estudo independente que analizou os dados do próprio governo durante um período recente de menos que 5 anos descobriu 13.641 relatos de eventos adversos após o uso da vacina de polio oral. Esses relatos incluem 6.364 visitas a salas de emergência e 540 mortes (Figura 3) [47,48]. A reação pública diante dessas tragédias se tornou o ímpeto para remover a vacina de polio oral das imunizações. [36:568;37;38].
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Figure 3. Polio vaccine: reações adversas e sérias (Ver figura no documento em ingles em HYPERLINK "http://www.theflucase.com" www.theflucase.com) In the mid-1990s, durante um período de menos de cindo anos, houve 13.641 casos de reações adversas contra vacina de polio oral. 6.364 dessas reações foram sérias bastante para requerer visita a sala de emergências. 540 pessoas morreram Fonte: Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS); OPV Vaccine Report: Doc. #14.
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A historia seguinte é típica do dano associado a vacina oral de polio: “Quatro meses atrás meu filho foi levado a uma clínica local para sua vacina de polio. Eu não estava sabendo que ele ia receber uma, e teria prevenido se eu soubesse. Infelizmente ele mudou a partir daquele dia: gritando berrando com som agudo, fezes com mal odor, chorando sem parar, dificuldade em respirar, alta tempertura e letargia. Ele tambem perdeu peso. Seguiram-se semanas com noites sem dormir para todos nós. Seu desenvolvimento cessou. Ele tinha sido capaz de ficar em pé e se movimentar, mas voltou a pemanecer basicamente em qualquer posição em que nós o deixavamos.
“Minha esposa estava grávida de seis meses na época, e uma semana depois da vacina de polio no nosso filho, ela começou a ter dores de cabeça, sofrer perda de equilíbrio, fraqueza muscular e cansaço frequente. Eu entrei em pânico porque tudo parecia apontar para um infecção de polio. Então, uma semana depois que as dores de cabeça contínuas começaram, ela teve que ir ao hospital porque havia also errado com a gravidez: ela perdeu nossa filha.
“ Eu tentei obter um teste de polio e descobrir a causa desse evento trágico, mas a profissão médica não ajudou, de modo extremo. Eles riram de mim. Eu nunca vou saber porque nosso filho de repente parou de crescer e porque seu desenvolvimento regrediu. Eu nunca saberei porque perdemos nossa filha.
A única coisa da qual tenho certeza é que o precursor desses eventos foi a vacina de polio.” [Informação provinda de um e-mail não solicitado e recebido por Thinktwice Global Vaccine Institute—www.thinktwice.com]
Hoje, as Folhas com Fatos sobre polio publicadas pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos avisam que a vacina de polio inativada (IPV) pode causar “problemas sérios ou mesmo morte ... [49]” A companhia que fabrica a corrente vacina de polio inativada avisa que a syndrome de Guillain-Barré, uma doença debilitante caracterizada por incapacitação muscular e dano ao sistem nervoso, “tem sido temporalmente relacionada com a administração de outra vacina de polio inativado [3:780].” E embora essa companhia faça a alegação de que ‘nenhuma relação causal foi estabelecida” ela ytambem admite que ‘mortes ocorreram; após vacinaçnao de infantes com a IPV (vacina de polio inativada) [3:780]. Mesmo assim, como nos tempos
anteriores, apesar desses ‘alertas médicos’ as autoridades médicas continuam a aesegurar que a presente vacina de polio inativada é tanto segura como efetiva.
7. Quão efetivas são as vacinas de polio?
Polio é virtualmente inexistente nos Estados Unido hoje em dia. No entanto, Segundo Dr. Robert Mendelsohn, investigador médico e pediatra, não há nenhuma evidência científica digna de crédito de que a vacina causou o desaparecimento de polio [50]. De 1923 a 1953, antes da vaccine com virus morto de Salk ser introduzida, o índice de morte nos Estados Unidos já tinha caído por sí por 47 por cento 55 por cento, respectivamente (Figura 4) [51]. Estatisticas mostram um declínio semelhante em outros países europeus [51]. E quando a vacina se tornou disponível, muitos países europeus questionaram sua eficácia e sistematicamente recusaram inocular seus cidadões. Mesmo assim epidemias de polio tambem terminaram nesses países [50].
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Figure 4. O índice de morte por polio estava diminuindo antes da vacina ser introduzida. (Ver figura no texto em ingles em theflufcase.com) De 1923 a 1953 antes da vacina de Salk com o virus morto, o índice de morte por polio no USA e na Inglaterra já estava declinando por sí em 47% e 55% respectivamente. Fonte: International Mortality Statistics (1981) by Michael Alderson.
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Os critérios para definir polio mudaram quando a vacina de polio foi introduzida. A nova definição de epidemia de polio requeria que mais casos fossem relatados. Polio paralítico tambem foi redefinido, fazendo mais difícil confirmar, e portando registrar casos . Antes da introdução da vacina o paciente tinha que exibir sintoma por somente 24 horas. Confirmação por laboratório e testes para determinar paralisia residual não eram requeridos. A nova definição exigiu que pacientes exibissem simtomas de paralisia por pelo menos 60 dias, e paralisia residual tinha que ser confirmada duas vezes durante o curso da doença. Tambem, depois que a vacina foi introduzida, casos de meningite aséptica (uma doença infecciosa difícil de distinguir de polio) e infecções de virus coxsackie eram mais frequentemente relatadas como doenças separadas de polio. Mas antes da vacina ser introduzida tais casos eram contados como polio. Portanto o relato sobre a eficácia da vacina era distorcida (Mesa 1 e Figura 5 [52,53].
Mesa 1. Polio ou meningite aséptica?
Exemplar de Meses Casos Relatados de Polio Casos relatados de
Meningite Aseptic
Juho 1955
(Antes da introdução da nova 273 50
definição de polio
Julho 1961
(Depois da introdução da 65 161
nova definição de polio
Setembro 1966
(Depois da introdução da 5 256
nova definição de polio
Casos de polio eram mais frequentemente relatados como meningite aseptica depois que a
vacina foi introduzida, distorcendo os índices de eficácia. Fonte: Los Angeles County Health Index: Morbidity and Mortality, Reportable Diseases.
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Figura 5. Casos de Polio estavam predeterminados a diminuir quando a definição médica foi mudada. -Antes de 1955: Polio, Meningite Aséptica e vírus de Coxsackie eram registrados como Polio. Depois de 1955: Polio, Meningite Aséptica e vírus de Coxsackie eram registrados com doenças separadas. Fonte: Congressional Hearings, May 1962; e National Morbidity – Relato tirados do U.S. Public Health surveillance Reports.
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O fato de que táticas duvidosas foram usadas para fabricar indices de eficácia foi corroborado por Dr. Bernard Greenberg, chefe do Comitê de Evaliação e Critérios da Associação de Saúde Pública Americana (Committee on Evaluation and Standards of the American Public Health Association) durante os anos de 1950. Seu testemunho como perito foi usado como evidência durante inquérito congressional em 1962. Ele deu crédito ao ‘declínio’ de casos de polio não a vacina, mas ao invés a uma mudança no modo requerido dos médicos de relatar casos: ‘Antes de 1954 qualquer médico que relatava poliomelite paralítica estava fazendo um favor ao seu cliente por subsidiar o custo da hospitalização … dois exames separados por pelo menos 24 horas era tudo que era requerido … Em 1955 os critérios foram mudados … paralisia residual passou a ser determinada quando presente dentro do período de 10 a 20 dias depois do início da doença e novamente entre 50 a 70 dias depois do inicio da doença,... Essa mudança de definição significou que em 1955 nós começamos a relatar uma nova doença… Além do mais, procedimentos de diagnóstico continuaram a serem refinados. Infecção com o vírus Coxsackie e meningite aséptica foram diferenciadas de poliomyelitis... Então, simplesmente por meio de mudanças nos critérios diagnósticos, o número de casos de paralisia estava predeterminado a diminuir … [52:96,97]”
8. Vacinas de Polio e Cancer
Em 1959, Bernice Eddy, uma scientista governamental brilhante, trabalhando em Biologics no Instituto Nacional de Saúde, descobriu que vacinas de polio sendo administradas no mundo continham um agente iinfecctoso capaz de causar câncer. Quando Eddy
tentou relatar seus achados e interromper a produção dessas vacinas de polio contaminadas, seus superiores no governo, impediram que ela revelasse o problema publicamente. Ao invés, seu laboratório e equipamento foram tomados e ela foi rebaixada [54,55].
Em 1960, Drs. Ben Sweet e M.R. Hilleman, pesquisadores farmacêuticos com o Merck Institute for Therapeutic Research receberam o crédito de haverem decoberto este agente infeccioso SV-40, um virus de macado que infectava quase todos os macacos a rhesus, cujos rins estavam sendo usados para produzir vacinas de polio. Hilleman e Sweet encontraram SV-40 em todos os tres tipos da vacina de polio oral de Albert Sabin e observaram a possibilidade de que podia causar cancer ‘especialmente quando administrada em bebes humanos’ [55,56].” De acordo com Sweet, “ Foi uma descoberta aterrorizante porque, então, não era possível detectar virus com os procedimentos dos testes que tínhamos ... Nós não tinhamos idéía sobre o que êsse virus faria….” Sweet elaborou: “Primeiro, nós sabíamos que SV-40 tinha propriedades oncogênicas (de causar cancer), o que era notícia ruim,. Segundo, descobrimos que SV-40 hibridizou com certos vírus de DNA … de tal modo que (eles) teriam então genes de SV-40 vinculados (a eles) … Quando começamos a cultivar as vacinas , não consequíamos nos livrar do virus SV-40 contaminado. Tentamos neutraliza-lo, mas não pudemos … Dado isso, com a associacão teórica com HIV e cancer, simplesmente afetou meu pensar [57].”
Pesquisa adicional sobre SV-40 revelou informação ainda mais pertubadora. Êsse virus causador de cancer era não só ingerido por meio do cubo de açucar da vacina de Sabin mas era tambem diretamente injetado na corrente sanguínea das pessoas. Aparentemente o SV-40 sobreviveu o formaldehyde que Salk usou para matar microbios que poluiam sua vacina injetável [58,59]. Especialists estimam que entre 1954 e 1963, de 30 a 60 milhões de americanos e talvez outros 100 milhões ou mais de pessoas no mundo foram expostas ao SV-40 através das mal concebidas campanhas de erradicação de polio. (Figure 6) [58-60].
Numerosos estudos publicados em eminentes jornais do mundo parecem confirmar que
SV-40 é um catalista para muitos tipos de câncer [61-80]. Tem sido encontrado em tumores no cérebro e leucemia [69-80
Mais recentemente, em 1996, Michele Carbone, uma patologista molecular no Centro Médico da Universidade Loyola de Chicago (Chicago’s Loyola University Medical Center) conseguiu detectar SV-40 em 38 por cento de pacientes com cancer dos ossos e em 58 por cento daqueles com mesothelioma, um tipo de cancer letal do pulmão [81-83].
A pesquisa de Carbone indica que SV-40 bloqueia uma proteína importante que normalmente protege células de se tornarem malignas [83].
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Figure 6. Vacina de Polio e o virus símio número 40; (Ver figura 6 no texto em ingles em www.theflucase.com) 1- Rins de Macaco foram usados para desenvolver vacinas de polio; 2- SV-40 um virus causador de cancer era abundante em rins de macaco; 3- vacinas de polio ficaram contaminadas; 4- Milhões de pessoas no USA e no mundo foram infectadas; 5- Índices de cancer aumentaram. SV-40 é encontrado em tumores no cérebro, cânceres de osso, de pulmão e leucemia.
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Em 1998, uma banco de dados national de câncer foi analisada: foi encontrado 17 por cento a mais de câncer de osso, 20 por cento a mais de cáncer do cérebro, e 178 por cento a mais de mesotheliomas em pessoas que foram expostas a vacinas contaminadas com vacina de polio [84]. O National Institutes of Health criou um mapa mostrando a distribuição geográfica de estoque contaminado [85]. Usando este mapa, pesquisadores encontraram índices de tumor de osso osteosarcoma como sendo 10 vezes mais alto do que o normal em algumas regiões onde esta vacina contaminada era comum (Figure 7) [86,87].
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Figure 7. SV-40- vacinas de polio contaminadas: zonas de contaminação –(Ver figura 7 no texto em ingles nesse site) - Entre 1954 e 1963, um máximo de 100 milhões de americanos foram inoculados com vacina contaminada com SV-40. Este quadro mostra áreas do país em 1955 onde 10 milhões de pessoas receberam vacinas com ou nenhuma, ou baixa ou alta quantidade de SV-40 . Fonte: National Institutes of Health.
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Talvez o aspecto mais alarmante desse desastre que continua com o virus SV-40 pode ser encontrado em outros estudos sugerindo que SV-40, introduzido em seres humanos através da vacina de polio pode ser passado de humano para humano e de mãe para filho. Um estudo de aproximadamente 59.000 mulheres descobriu que crianças de mães que receberam a vacina de Salk entre 1959 e 1965 tinham tumor no cérebro em uma taxa 13 vezes maior do que mães que não receberam estas vacinas de polio, [59:58;88;89].
Outro estudo publicado no jornal médico do U.S. Cancer Research descobriu SV-40 presente em 23 por cento de exemplares de sangue e 45 por cento do semen tirado de sujeitos saudáveis [83:163;90]. Aparentemente, o vírus está sendo espalhado sexualmente e de mãe para filho no útero. Segundo o professor de genetica e biologia Mauro Tognon, um dos autores do estudo, isto explica porque cancer no cérebro, osso, e pulmão estão aumentando no USA somente nos últimos 25 years [83:163;90] – e porque SV-40 foi detectado no cérebro de crianças que não receberam vacinas contendo o vírus [83:163;90].
Apesar de negações oficiais de qualquer correlação entre vacina de polio, SV-40 e o aumento dos índices de cancer [91], por abril de 2001, 61 documentos de laboratório do mundo tinham relatado SV-40 em tecidos humanos e tumores [84:10]. O vírus foi também descoberto em tumores na pituitária e tireóide, e em pacientes com doença renal. [84:10,13]. Mesmo o Instituo Nacional do Cancer deu uma declaração de que SV-40 ‘pode estar associado com cancer humano[84:11;92].’
Estudos ainda a serem conduzidos poderão oferecer índicios sôbre o elo entre vacinas de polio contaminadas, SV-40, e novas doenças. Mas cientístas estão com as mãos cheias. Uma última pesquisa descobriu correlações entre vacinas, um outro vírus de macaco e AIDS.
9. Vacina de Polio e AIDS
SV-40, o vírus de macaco causador de câncer encontrado em vacina de polio e administrado em milhões de pessoas do mundo sem a menor suspeita do problema, foi só um dos numerosos viruses símios reconhecidos como tendo contaminado vacinas de polio [38:57,58;93;94]. “ Tendo em conta que cultura de rin de macaco é hospedeiro de viruses símios inumeráveis, e tendo em conta que o número encontrado varía em relação a quantidade de trabalho gasto em encontrá-los, o problema que se apresenta para o manufaturador é considerável, se não insuperável’ um inicial pesquisador escreveu para um painel do congresso estudando a segurança de desenvolver virus de polio vivo em rins de macaco (95). ‘ Na medida que nossos métodos técnicos melhoram podemos encontrar menor e menor quantidade de vacina que pode ser chamadas de livre de virus símio [95].”
Segundo o professor da Escola de Medicina de Harvard, Ronald Desrosier , a prática de criar vacinas de polio em rins de macaco é “ uma bomba esperando a hora de explodir
[83:159].” Evidentemente, alguns virus podem viver dentro de macacos sem causar dano. Mas se esses virus de algum modo cruzassem espécies e entrassem na população humana,, novas doenças poderiam ocorrer. Desrosier continuou: “O perigo de usar tecido de macaco para produzir vacinas humanas é que alguns vírus produzidos por macacos podem se transferir para humanos na vacina com consequências muito ruins [83:159].” Desrosier tambem avisa que teste pode ser feito somente para viruses conhecidos, e que nosso conhecimento está limitado a cerca de “2 por cento dos viruses de macacos existentes [83:159].” Craig Engesser, um porta-voz para Laboratórios Lederle, uma grande companhia manufaturadora de vacina, reconheceu que “você não poder testar para algo se você não sabe que está lá [96].”
As técnicas de detecção de vírus eram cruas e não dependíveis durante os anos de 1950, 1960 e 1970 quando vacinas de polio foram inicialmente produzidas e distribuídas. Somente nos meados de 1980 é que foram desenvolvidos novos procedimentos mais sofisticados para testes [84:5;96]. Foi então que pesquisadores descobriram que cêrca de 50 por cento de todos os macacos verdes, o primata de escolha para fazer vacina de polio , estava infectado com o virus de imuno deficiência símia (SIV), um virus parente muito próximo do virus de imuno deficiência humana (HIV), o agente infeccioso que precede AIDS [97-100]. Isso levou alguns pesquisadores a se perguntarem se HIVs podem simplesmente serem SIVs ‘residindo no ser humano e se adaptando ao hospedeiro humano [101].” Isso fez com que outros cientistas suspeitassem que SIV pode ter mutado em HIV uma vez que foi introduzido por meio de vacinas de polio contaminadas [59:54+;96-100;102-104].
Autoridades de vacina estavam tão preocupadas sobre a possibilidade de que SIV era um precursor de HIV, e que vacinas de polio eram o modo de transmissão de macaco para humano, que a Organização Mundial de Saúde (OMS) convocou duas reuniões de peritos em 1985 para explorar os dados e considerar suas opções [100,105]. Afinal de contas, SIV era muito semelhante ao HIV e ocorria naturalmente em espécies de macacos predominantemente usados por manufaturadores de vacinas [98,100]. No entanto a OMS concluiu que as vacinas eram seguras e insistiu que as campanhas de vacinação deveriam continuar sem decréscimo [100,105].
Pouco tempo depois, pesquisadores japoneses conduziram investigação e decobriram que macacos verdes africanos usados na produção de vacinas de polio tinham anticorpo contra SIV [106]. A implicação era clara: macacos usados para produzir vacinas de polio eram portadores naturais de um virus que parecia e agia como HIV, o agente infeccioso ligado a AIDS. Em 1989, eles recomendaram que macacos infectados com SIV não fossem usados para fazer vacinas de polio[106].
Em 1990, descobriu-se que chimpanzes selvagens na Africa estavam infectados com uma cepa de SIV que era quase idêntico a HIV [107]. Alguns pesquisadores chamaram essa cepa de ‘o elo que estava faltanda’ sôbre as origens do virus de imunodeficiência humana [108]. E já que chimpanzes era usados para testar viruses para um uso potencial em vacinas, e eram mantidos em captividade por laboratóriios de pesquisa, eles poderiam ter sido a fonte de contaminação de vacina [109,110]. As preocupações científicas tambem foram aumentadas quando alguns investigadore encontraram pessoas do Oeste Africano que estavam infeccionados com um virus como SIV que era um gêmeo fundamental do HIV. Eles chamaram de HIV-2, e como o sub-tipo inicial de HIV, estava implicado no desenvolvimento de AIDS [111]. Segundo Robert Gallo, um perito no virus de AIDS, algumas versões do virus de macaco SIV são virtualmente indistinguíveis de algumas variantes humanas de HIV: “ O vírus de macaco é o vírus humano. Há viruses de macaco tão próximos de espécimes de HIV-2 como espécimes de HIV-2 estão próximos um do outro [59:106+].” Em maio de 1991, técnicas de detecção de vírus melhoraram mais uma vez e pesquisadores encontraram DNA de SIV nos rins de macacos [112]. Rins picados de macaco eram (e ainda são) usados para produzir a vacina de polio vivo. [3;59:60]. SIV tambem foi encontrado em células cancerosas de uma vítima de AIDS e tambem em outras pessoas [113-115]. Para muitos pesquisadores, essa trilha de evidência tornou-se persuasiva demais para ser negada. Aparentemente, milhões de pessoas foram infetadas com viruses de macaco capazes de causar AIDS [101] e essa tranferência com cruzamento de espécies mais provavelmente ocorreu por meio de vacinas de polio contaminadas com SIV [59;84;96-100;102-104;116-119].
10. AIDS não se originou na África?
A maioria dos historiadores concorda que a origem de AIDS foi na África [120]. Mas Salk testou sua vacina no USA e as experiências de Sabin foram conduzidas na Europa do Leste e na antiga União Soviética [100]. Se vacinas contaminadas de polio foram responsáveis por introduzir SIV e HIV em humanos, por que os sinais iniciais de AIDS se mostraram nesse continente remoto?
Em março de 1951, vários anos antes que os Drs. Jonas Salk e Albert
Sabin discutiam sobre a vacina de quem eoferecia uma verdadeira profilaxis, o Dr. Hilary Koprowski anunciou em uma conferência médica que ele tinha se tornado o primeiro médico na história que testou uma vacina de polio em humanos. Seus “voluntários” incluiram várias crianças institucionalizads devido a deficiências mentais. Elas beberam a vacina em chocolate com leite [121].
A partir de 1957 até 1960, depois de anos improvisaço no uso de rins de macaco e germes de polio, Koprowski testou sua propria vacina de polio experimental em
325.000 africanos equatoriais, inclusive 75.000 cidadões de Leopoldville, Congo Belga (agora Kinshasa, Zaire) [59:59;121]. Chamado por tambores, nativos rurais viajaram para vilas locais one receberam a vacina líquida esborrifada dentro de suas bocas [122]. Noventa e oito por cento dos recipientes da vacina eram bebes e crianças pequenas. [121]. As crianças mais jovens receberam 15 vezes a dosagem de adultos [103:98]. Embora Koprowski alegue que ele tinha o apoio da Organizacão Mundial de Saúde, a OMS negou ter sancionado testes em alta escala. [123].
Em 1959, Dr. Albert Sabin relatou no British Medical Journal que a vacina de polio de Koprowski usada na Africa continha um virus ‘não identificado’ que mata célula [124]. Nunca foi identificado. No entanto, em 1986 o primeiro exemplar de sangue contendo anticorpos contra HIV foi rastreado de volta para 1959. O serum veio de um paciente
visitando uma clínica em Leopoldville [125]. Não há evidência de que HIV infectou humanos antes de 1959 [126,127]. Gerald Myers, um especialista em sequênciamento genético com o Los Alamos National Laboratories no Novo Mexico, rastreou a evolução do HIV e confirmou que os principais sub-tipos do vírus de AIDS em humanos de hoje em dia parecem ter surgido tão recentemente quanto 1960 [128].
A vacina de Koprowski que não tinha sido aprovada para uso em humanos não foi mais usada em 1960 após os testes africanos [100]. Então, só foi administrada nos habitantes do Congo Belga, Rwanda e Burundi [104,121] precisamente a área onde altos níveis de infecção com HIV foram identificados por pesquisadores 30 anos mais tarde [129]. Mais ainda, o virus de AIDS é conhecido como infeccioso das celulas mucosas prevalentes na boca [59:60]. As vacinas africanas foram borrifadas na boca das pessoas. É possível que borrifando a boca das pessoas com uma vacina de polio contaminada com HIV cause AIDS? Segundo Tom Folks, retrovirologista chefe no CDC, “Qualquer vez que uma pessoa tem uma lesão na boca, então pode haver transmissão do vírus [59:60]. Dr. Robert Bohannon do Baylor College of Medicine mantem que o processo de borrifar a vacina na boca das pessoas tende a aerolizar algum do líquido. Pequenas gotas podem então ir diretamente para o pulmão, e daí para celulas sangíneas supscetíveis de infecção [59:60]. Isso teria sido um modo eficiente de transmissão do HIV [100].
Especialistas na doença acreditam que o tempo médio entre a infecção com e o desenvolvimento de AIDS é de 8-10 years [100]. Se a vacina de polio Africana estava de fato contaminada com SIV/HIV, erupções iniciais de AIDS teriam ocorrido a partir dos meados de 1960s até os anos de 1970. Êsse período coincide acuradamente com a emergência de AIDS na Africa equatorial [130].
11. Teste as vacinas de polio
Autoritdades permanecem relutantes em reconhecer a possibilidade de que cientistas médicos, preocupados em desenvolver vacinas de polio em rins de macacos cobertos de virus, podem ter sido responsáveis por trazer a pandemia de AIDS. Por exemplo, o Dr. David Heymann, que chefia o Programa Global de AIDS da Organização Mundial de Saúde, afirmou de modo plano que “a origen do virus de AIDS não é de importância para a ciência hoje [59:106+].” William Haseltine, um professor de patologia de Harvard e pesquisador de AIDS tambem acredita que qualquer discussão sobre a origem de AIDS distrai e não é produtiva. “Não é relevante ,” e “Eu não estou interessado em discutir isso, [59:106+].” Nem tambem Jonas Salk quiz discutir sobre o assunto. Ele está agora trabalhando em uma vacina AIDS [59:55]. Albert Sabin acredita que “você não pode
enforcar Koprowski com aquilo [59:60].” E Koprowski rejeitou a idéia com uma risada e mais tarde alegou que “isso é uma situação altamente teórica [59:106+].” No entanto, exemplares das vacinas de polio usadas na Africa são mantidas em congeladores no Wistar Institute onde Koprowski fez muito da sua pesquisa. Eles poderiam ser testadas [59:106+].
Tom Folks do CDC acha que é uma boa idéia testar o estoque semente porque “qualquer hora em que podemos aprender mais sobre a historia natural (de AIDS), isso nos ajuda a entender a patologia e … a transmissão [59:106+].” Robert Gallo tambem acha que é importante determinar se um vírus de macaco iniciou AIDS. Perguntas como essa ‘são mais do que só de interesse acadêmico porque respondendo talvez ajude evitar
futuras catastrofes zoonóticas, i.e., transmissão de doença de animais inferiores para humanos [131].”
Em resposta a essas preocupações, alguns pesquisadores de AIDS formalmente requesitaram exemplares do estoque semente da vacina de polio original. Mas o governo nem os liberará nem os testará porque ‘há ‘somente um pequeno numero de ampolas do material, e testes ‘podem acabar usando tudo [59:108].”
12. AIDS dentro da comunidade homosexual
Se AIDS originou na Africa por meio de vacinas de polio contaminadas, como então essa doença espalhou para homosexuais na America? Em 1974, clínicas em Nova Yorque e California começaram tratamentos experimentais em homens gays com herpes. A terapia consistia em doses múltiplas de vacina de polio [132]. Como foi notado antes, estas vacinas eram produzidas em rins de macaco verde africano, um conhecido repositório para virus de imunodeficiência símia (SIV), um provável precursor de HIV [59;84;97-104]. Começando no início de 1980, erupções simultâneas de sarcoma de Kaposi e sérias infecções oportunísticas (mais tarde associadas a AIDS) foram relatadas como acontecendo entre homens homosexuais, especialmente nas cidades de Nova York , São Francisco e Los Angeles [99]. Êsse período de tempo coincide com o tempo médio de incubação entre infecção com HIV e o desenvolvimento de AIDS [100].
Em 1982, o CDC concluiu que tais erupções “ sugeriam fortemente a ocorrência de uma epidemia única subjacente a uma supressão imunológica... [133]” . No ano seguinte HIV foi identificado como o agente causador [99]. E em 1992, Lancet publicou a primeira explicação científica mostrando como doses repetidas de vacinas de polio contaminadas com SIV talvez teriam semeado HIV entre homens homosexuais americanos [99].
13. AIDS como fator de risco não identificado (NIR)
Outro evento incomum ocorreu nos anos de 1980. Centenas de pessoas dianosticadas com AIDS não tinham un fator de risco identificado (NIR) [134]. Elas não se envolviam em comportamentos arriscados ligados a infecção de AIDS, O CDC tambem listou numerosas crianças como NIR [134]. Alguns pais acredita, que vacinas cntaminadas com HIV infectaram seus entes amados [135].
Em 12 de fevereiro de 1994, Bruce Williams deu entrada a um processo civil contra a American Cyanamid Company,alegando que sua vacina de polio causou a doença de sua filha. O processo alega que a vacina de ‘poliovirus vivo oral foi produzido, testado e aprovado pela administração de Alimentoo e Drogas dos Estados Unidos (United States Food and Drug Administration - FDA) conforme medidas inconsistentes com padrões aceitos de prática médica.” O processo tambem afirma que “o produto era aprovado pelo FDA apesar da presença de contaminantes conhecidos, inclusive retroviruses tais como
HIV [136].”
Walter Kyle, o advogado de Williams, identificou os lotes específicos da vacina que a criança recebeu, mas o CDC e os oficiais de saúde federais se recusaram a testá-los [134:106]. Kyle acredita que “O CDC poderia disprovar a mnha hipótese inteira por testar as vacinas que eles tinham em sua posse. O fato que eles assim não fizeram é evidência de que há algo errado com a vacina [134:106].”
Alguns pesquisadores acreditam que o verddeiro número de casos de NIR pode ser de milhares [134,137]. Quando oficiais de saúde examinam pessoas com AIDS, eles procuram identificr um fator de risco. Se o paciente admite que ele uma vez teve sexo desprotegido, isso de torna seu fator de risco mesmo embora não haja prova que isso foi como ele ficou infectado [134].
A evidência implicando vacinas de polio cultivadas em rins de macaco com nossa corrente epidemia de cancer e AIDS continua a crescer. Mas se vacinas de polio foram produzidas em serum de vaca? Faria diferença?
14. Vacinas de Polio e Doença de Vaca Louca
Doença de vaca louca, ou encephalopatia espongiforme bovina (BSE) é uma doença neurológica progressiva de gado. Vacas infeccionadas perdem peso, babam, arqueam as costas, agem loucamente, e eventualmente morrem. O primeiro caso da doena foi observado em q984, Desde então, BSE tem morto mais do que 200.000 vacas [138].
Doença de vaca louca está ligada a scrapie, uma doença semelhante afligindo ovelhas [139]. De fato, autoridades acreditam que a doença espalhou para vacas quando elas foram alimentadas com farinha feita de osso infeccionado com Scrapie [139].
A doença de Cruetzfeldt-Jakob (CJD) e vCJD (uma variante recentemente descoberta) são os equivalents humanos da doença da vaca [139]. Elas causam wasting cérebro comparável levando a falta de doordinação muscular. Perda sensorial e confusão mental. [139]. É sempre fatal. Não há cura [138:54].
Há evidência muito forte de que a doença da vaca louca e a nova variante da doença de Cruetzfeldt-Jakob são causadas pelo mesmo agente infeccioso. Por exemplo, um estudo de 1996 mostrou que macacos injetados com BSE desendolveram sintomas marcadamente semelhantes vCJD [140]. Um outro estudo mostrou que BSE e vCJD tinham características moleculares semellhantes – diferente da CJD ‘clássica’ [141]. Dois outros estudos posteriores, um publicados em 1997, o outro em 1999, parecem confirmar que BSE provindo de gado causa doença de vCruetzfeldt-Jakob em humanos [142,143]. Pesquisadores pensam que a doença de vaca louca passou de vaca para seres humanos quando eles ingeriram bife infectado com BSE [138:56;144;145], ou se eles receberam vacinas contaminadas com BSE [145-148].
Agentes infecciosos associados a BSE são capazes de contaminar vacinas de polio porque elas são não só cultivadas em rins de macacos mas tambem em serum de bezerros [3]. De fato, muitas partes da vaca são usadas na produção de vacina, Glycerol é derivado de gordura de vacam gelatina e aminoacidos vem do osso bovinom e o medium usado para cultivar viruse e outros microorganismos talvez requeram musculos do eskeleto, enzimas e sangue de vaca. [139].
Autoridades sabiam que vacinas podiam ser infectadas com BSE associado a agents transmissíveis, desde 1988. Mesmo assim, na Inglaterra, manufaturdore de vacina esperram por meses antes de mudar para vacas com menos probabilidade de serem infectadas, e recusaram remover os etoques correntes das prateleiras e dos consultórios medicos até que tudo foi vendido, ou expiraram cinco anos depois, perto do fim do ano de 1993 [146]. Um legislador ultrajado declarou que o Depattamento de Saúde era potencialmente criminalmente negligente em não requerer a retirada imediata ou cessação do uso de vacinaas provindas de fonts provavelmente contaminadas
[146].” Apesar de apreensão nacional, manufaturadores continuaram a ignorar as Orientações européias [150]. Finalmente, em Outubro de 2000, o Departamento de saúde ficou tão procupado com a probabilidade de crianças sendo infectads com vacinas contaminadas com BSE e se tornando vítimas da doença de vCruetzfeldt-Jakob (duzias de pessoas inclusive crianças já tinham contraído a doença) [151] que eles anunciaram uma recolhimento de milhares de vacinas de polio feitas usando serum de feto bovino extraído de vacas da Inglaterra [139,148,152].
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Nos Estados Unidos, autoridades esperaram até dezembro de 1993 antes de emitir uma ‘recomendação’ de que manufaturadores do USA não usassem material bovino provindo de países com relatos de BSE [153]. O FDA emitiu um segundo aviso aos manufaturadores em 1996 informando para ‘tomar todos os passos necessários para reduzir o risco potencial de transmissão do agente de BSE [139,147].” Mas em março de 2000, o FDA descobriu que suas ‘recomendações’ tinham sido ignoradas. Vacinas estavam ainda sendo feitas com material bovino provindo de países com relato de BSE [147].
Americanos tem tambem algo com o qual se preocupar. Embora vacas no USA nnao exhibem ‘sintomas de vaca louca’. Todo ano nos Estados Unidos dezenas de milhares de gado ficam incapacitados severamente; não podem ficar nas quarto patas e andar sozinhas. Farm Sanctuary, uma organização nacional de fins não-lucrativos dedicada a parar práticas agrícolas irresponsáveis , acredita que esse animais ‘caído’s talvez estejam hospedando uma nova variante de BSE, e é crítico dos esforços de vigiIancia do FDA [154].
Apesar desses avisos iniciais, vacas caídas não são exminadas para detectar uma nova variante de BSE, e não foram retiradas da produção de vacinas [154].
Dr. Richard Marsh do Dapartamento de Saúde Animal e Ciências Biomédicas da Universidade de Wisconsin, Madison, conduziu uma pesquisa fornecendo evidência de que vacas doente caídas fracas demais para ficarem em pé (downed cows) em gado caído no USA podiam hospedar uma variante da doença de vaca . Eke inoculou vacas com TME, uma variante de BSE, Elas se tornram cdas ao inv´s de ‘loucas’ [155]. Outros cientistas inocularam restos de bezerros do USA . Eles tambem se tornaram ‘caídos’ ao invéz de ‘loucos’ [156].
Respondendo a aparente indiferença do FDA, Farm Sanctuary fez a declaração seguinte:
“ Nós estamos pertubados que prioridades econômicas tomam precedência sobre a saúde dos consumidores. Nós tambem estamos preocupados que, como na Bretanha, um poderoso incentivo econômico existe para ignorar evidência de BSE existe no USA. Nós urgimos que o FDA examine cuidadosamente a evidência científica relativa a BSE e aja no interêsse dos consumidores americanos [154].” Não obstante, o FDA nnao modificou sua política de observação de BSE, e vacinas feitas com material bovino provindo de países com BSE não eram para ser removidos do Mercado por pelo menos mais um ano, até 2002 - depois que todo o estoque existente tinha sido compradio consumido [139,147].
15. Mais viruses animais
Milhares de viruses e outro micro-organismos potencialment infecctiosos prosperam em macacos e vacas, os animais preferidos para fazer vacinas de polio s [83:159]. SV-40, SIV, e BSE associados como agentes transmissíveis são somente três do agentes causadores de doença que pesquisadores tem isolado. Por exemplo, cientístas tem sabido desde 1955 que macacos hospedam o virus “B” virus, agente de vírus espumante,
Viruses de haemadsorption, o virus LCM, arboviruses, e mais [157]. Imuno-deficiência bovina (BIV), semelhante em estrutura genetica a estrutura de HIV, foi encontrada recentemente em algumas vacas [103:100].
Em 1956, o virus syncytial respitratório (RSV) foi descoberto em chimpanzes [158]. Segundo a Dra. Viera Scheibner, que estudou mais de 30.000 páginas de documentos medicos lidando com vacinação, RSVs “formam contaminantes proeminentes em vacinas de polio detectadas em crianças [159].” Eles causam sérios sintomas de gripe em crianças pequenas e em bebes que receberam vacina de polio [159]. Em 1961, o Journal of the American Medical Association publicou dois estudos confirmando a relação causal entre RSV e doença relativamente severa do tracto respiratório inferior. [160].” O virus foi encontrado em 57 percent por cento de infantes com bronchiolitis ou pneumonia, e em 12 por cento de bebes com uma doença respiratória mais leve [161]. Descobriu-se que bebes infectados permaneceram doentes de tres a 5 meses [161]. Descobriu-se tambem que RSV era contagioso, e logo se espalhou em adultos onde foi ligado a gripe comum [162].
Hoje RSV infecta virtualmente toda crianca na idade de doisa anos, e é a causa mais comum de bronchiolitis e pneumonia entre bebes abaixo de 1 ano de idade[163]. Também causa doença respiratória severa nos idosos [164]. RSVpermanece altamente contagioso e resulta em milhares de hospitalizações cada ano; muitas pessoas morrem como resultado [165]. Ironicamente, cientistas estão desenvolvendo uma vacina para RSV [166] – o agente infeccioso que muito provavelmente entrou na população humana por meio de uma vacina [159].
Dr. John Martin, um professor de patologia na University of Southern California, tem estado avisando as autoridades desde 1978 que outros viruses perigosos de macaco podem estar contaminando vacinas de polio. Em particular, Martin procurou investigar o cytomegalovirus símio (SCMV), um virus furtivo (stealth virus) capaz de causar disordem neurológica no cérebro humano. O virus foi encontrado em macacos principais usados para fazer vacina de polio. O governo rejeitou seus esforços para estudar os riscos [83:159–61]. No entanto, em 1995, Martin publicou seus achados implicando o macado verde africano como a fonte provável de SCMV isolado de um paciente com syndrome de faiga crônica [167].
Em 1996, Dr. Howard B. Urnovitz, um nicrobiologista, fundador e official chefe principal do Calypte Biomedical em Berkeley, Cali-
fornia falou na conferência nacional de AIDS onde ele revelou que um número de até 26 víruses de macaco tinham sua origem na vacina original de Salk. Isso incluiu os s equivalents símios do virus echo virus, coxsackie, herpes (HHV-6, HHV-7, and HHV-8), adenoviruses, Epstein-Barr, and cytomegalovirus [168-170]. Urnovitz acredita que vacinas contaminadas de Salk dadas para crianças enter 1955 e
1961 podem ter preparado esa gercão para danos ao sistema de imunidade e disordens neurológicas. Ele ve correlação entre as campanhas iniciais de vacinação de polio e a emergencia repentina de leukemia de T-célula humana, a epidemia de sarcoma Kaposi, limphoma de Burkitt, herpes, Epstein-Barr and síndrome de fatiga crônica [168:1].
Urnovitz tambem discutiu ‘genes que pulam’ (“jumping genes”) genes normais que podem recombinar com fragmentos virais para formar novos viruses híbridos chamados chimeras. Ele acredita que foi isso exatamente que aconteceu quando viruses de macaco e humanos de juntaram durante as primeiras campanhas de vacinação de polio. E porque chimera ‘tem um envelope de um gene normal humano’, curas típicas não funcionam. Como você desenvolve uma vacina ou outros antidotos contra o próprio DNA do corpo [168:1-4;171]?
16. Cepas de polio mutados
Alguns anos atrás, a OMS lançou a Iniciativa Global de Erradicação de Polio, com o ano 2000 como a data meta para eliminar a doença. No entanto, em çierca de 2000 se tornou claro que não só polio continuava, mas tambem novas cepas da doença – derivadas da própria vacina – estavam emergindo [172]. Pesquisadores notaram inicialmente algo fora do usual em 1983. Erupções de polio no Egito estavam sendo causadas por um virus de polio “derivado da vacina” [173].
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Em 1993, Dr. Radu Crainic do Instituto discobriu que cepas de polio inham a habilidade de espontaneamente recombinarem com elas mesmas e criarem novas cepas. Crainic mostrou que se voce vacina uma criança com polio de cepa 1, 2, s e 3, voce pode produzir uma nova cepa, cepa 4, partindo de fezes da criança. Crainic concluiu que a vacina de polio cria condições favoráveis contribuindo para a evolução de ‘recombinações ‘ virais [174].
Em Outubro de 2000, o virologista Hiromu Yoshida do Instituto Nacional de Doenças infecciosas do Japão em Tóquio noticiou ter encontrado um novo vírus infeccioso de polio nos rios e esgotos japoneses. Sequenciamento genético confirmou que o virus tinha mutado a partir da vacina de polio e tinha ganhado novamente muito da sua virulência original [175]. De acôrdo com Yoshida, isso coloca uma ‘ameaça ambiental persistente [172].”
Em dezembro de 2000, pesquisadores relataram uma erupção de polio no Haiti e na República Dominicana que resultou em numerosos casos de paralisia flácida
[173]. Exames de laboratório confirmaram as piores suspeitas das autoridades de saúde: a doença era causada por “um derivativo viral não usual ” da vacina de polio. O virus demonstra similaridade genética com a cepa paterna, “mas tem assumido a neuro- virulência e transmissibilidade’ do virus de polio selvagem [173]. Oficiais de saúde estão óbviamente preocupados, ‘porque um virus selvagem não tem circulado no hemisfério ocidental desde 1991,” e se o virus de polio recentemente mutado se espalha pode causar novas epidemias da doença.” (Figure 8) [173].
Figure 8. Erradicação de Polio com vacinas: um ciclo vicioso ? (Ver o artigo em ingles – PDF) – O vírus selvagem vivo trouxe o desenvolvimento de vacinas de polio que deram nascimento a mutações, resultando em novos virus de polio selvagem ‘derivados de vacina’- Fonte: Virology 1993; 196:199-208; Lancet (October 28, 2000); Reuters Medical News (December 4, 2000)
17. Como a vacina de polio é produzida hoje em dia?
Apesar da longa história da vacina de polio causando polio, e da inabilidade do fabricante de proteger o publico contra microorganismos perigoso que contaminam perpetuamente seus repertórios crescentes de produtos ‘novos e melhorados’, a disponibilidade corrente de vacinas de polio com virus inativado, ou ‘virus-morto’ continua a ser manufaturado muito da mesma maneira como as versões anteriores. Material animal e drogas questionáveis ainda são usadas. Nos Estados Unidos, a vacina de polio de hoje é uma suspenção estéril de tres tipos de poliovirus. “Os viruses crescem em uma cultura de uma linha contínua de células de rins de macaco … suplementadas com serum de bezerro recém-nascido…” a vacina tambem contem dois antibióticos (neomycina e streptomycina), além de formaldehyde como um preservativo [3].
No Canada, a vacina de polio inativada é produzida em ‘células humanas diplóides’ ao invés de rins de macaco [83:163]. Alguns pesquisadores acreditam que isso é uma alternativa mais segura . Segundo Barbara Loe Fisher, presidente do Centro Nacional de Informação sobre Vacina (National Vaccine Information Center) em Viena, na Virginia, “Com a evidência crescente de que transferência através de espécies pode ocorrer, não devemos mais usar tecidos animais para produzir vacinas [91].” No entanto, o Dr. Arthur Levine do National Institutes of Health accredita que fazendo vacinas de polio usando células humanas não é livre de riscos, “porque eles tem que ser testados para infecções humanas [176].”
18. São possíveis mudanças positivas?
Oficiais do governo se preocupam que mesmo debater o assunto causará medo aos pais.. Provavelmente Levine está falando por muitas pessoas dentro da industria de vacina quando ele declara: “Nós causamos um de-serviço grave ao publico se formos questionar a segurança das vacinas de polio em vigor.... [176]” Mas Barbara Loe Fisher gostaria de ver mudanças na maneira como a seguranca de vacinas é governada. Ela acredita que agencies como o FDA tem um conflito de interesses inerente devido a , por um lado seu mandato de promover vacinação universal e por outro lado regular a segurança da vacina “ Quem está tomando conta quando o FDA tem permitido que companhias de drogas produzam vacinas cultivadas em rins contaminados de macacos?” Fisher pergunta. “ O que conteceu com proteger a saúde pública [60]?” Dr. John Martin
Concorda. Ele acredita que precisamos imediatamente determinar a prevalência de virus secretos de origem símea nos Estados Unidos, e se eles podem estar contribuindo para disordens crônicas do sistema de imunidade e do cérebro em crianças e adultos [177]. Dr. Urnovitz é ainda mais resoluto em suas convicções. Ele acha que um estudo extensivo sobre a exposição humana a microbios símios já deveria ter sido feito ha muito tempo. “Metade das pessoas nesse país nasceram entre 1941 and 1961 e estão em alto risco de terem sido expostas a vacinas de polio contaminadas com virus de macacos. Estamos só esperando que a bomba exploda, esperando para desenvolver lupus, doença de Alzheimer’s e Parkinson’s [168:4,5;169]?” Urnovitz tambem desafiou a ciência médica para provar que ele está errado. “ O que estamos dizendo é que há uma probabilidade forte de que não havia nenhum retrovirus humano antes da vacina de polio... Voce tem que entender que se voce lida a toa com a natureza, voce vai pagar o preço... O objetivo aqui é um mundo melhor, mais saudável... [168:4,5;169;171]”
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Sobre o Autor
Neil Z. Miller é um jornalista de pesquisa medica e advogado de saúde natural. Ele é autor de numerosos artigos e livros sobre vacinas. Inclusive Vaccina: São Elas Seguras e e\Efetivas? - Vaccines: Are They Really Safe and Effective? (atualizado e revisto 2004)); Vacinas, Autismo e Disordens Infantis - Vaccines, Autism and Childhood Disorders (2003); Imunizações: O Povo Fala - Immunizations: The People Speak (1996); e Teoria de Imunização Versus Realidade - Immunization Theory Versus Reality (1995). Ele é um convidado frequente em programas de radio e TV, inclusive Donahue and Montel Williams,onde ele é frequentemente visto debatendo com medicos e outros oficiais de saúde. Mr. Miller graduou em psicologia, é diretod do Thinktwice Global Vaccine Institute
( HYPERLINK "http://www.thinktwice.com" www.thinktwice.com), e é um membro da Mensa, a sociedade internacional de alto IQ Ele mora com sua familia no Northen Novo Mexico .
Sr. Miller começou sua cruzada contra vacinas mandatórias quando seu filhgo nasceu. Muito pouca informação podia ser encontrada sobre esse tópico. Sua procura da verdade o levou a jornais científicos. Lá ele descobriu estudos numerosos avisando que vacinas eram inseguras e ineficazes. Seu choque e raiva contra a supressão dessa informação culminou com suas advocacia apaixonada de liberdde de saúde e escolhas informadas dos pais.
Neil Miller é um pioneiro de saúde que apresentou documentação sobre a segurança e eficácia de vacina, muito antes dessas preocupações terem se tornada públicas. Por exemplo, vários anos atrás ele criticou a presença do tóxico mercúrio sendo posto em vacinas infantis e ofereceu evidência ligando vacina e autismo. Durante esta última década, casos de autismo aumentaram rapidamente em mais de 500 por cento em países que usam a vacina de MMR. Em alguns lugares nos Estados Unidos, uma em cada 150 crianças é autísta. Recentemente, o congresso ordenou ao FDA remover mercúrio de vacinas, e novos estudos por vários cientistas renomados confirmam a ligacão entre MMR e autismo.
Apesar dos muito problemas descobertos pela pesquisa do Sr. Miller, ele não diz aos pais para rejeitarem as injeções.
Todo ano, mais de 12.000 pessoas nos Estados Unidos dão entrada a um Relato de dano por vacina com o FDA documentando reações adversas sérias após imunizações obrigatórias (crianças são as mais afetadas). O FDA estima que isso representa somente 10 por cento da verdadeira taxa. E, mesmo esses números não podem ser comparados com o número de casos de novas doenças cientificamente ligadas a inoculações: MMR (sarampo, cachumba e rubeola) e autismo, vacina de polio e câncer, vacina de hepatite B e sclerose múltipla, a vacina de Hib e diabete, para mencionar só umas poucas. Por essa razão, eu me oponho a vacinação mandatória. Eu não recomendo vacinar ou deixar de vacinar. Eu quero que cada um por si mesmo examine este assunto enigmático e controverso. Eu acredito que os pais são capazes de obter os fatos e fazer escolhas informadas relativas ao cuidado e ao bem estar de seus filhos.
Mr. Miller tem debatido publicamente com vários pediatras e outros profissionais de saúde sobre os pros e contras de vacina mandatória, inclusive com o epidemiologista chefe do Programa Nacional de Imunização do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC)). Ele faz conferências nos Estados Unidos e está disponível para discutir suas pesquisas sobre vacinas.
doi: 10.1588/medver.2004.01.00027


















