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Equipe da OMS vai investigar as erupções de H1N1 na Ucrania.
Equipe da OMS vai investigar as erupções de H1N1 na Ucrania.
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Equipe da OMS vai investigar as erupções de H1N1 na Ucrania.
Saturday, 31 October 2009 05:56
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Equipe da OMS vai investigar as erupções de H1N1 na Ucrania
Recombinomics - Commentário 23:43
October 30, 2009
Gregory Hartl disse que a equipe tinha sido convocada pela Rede de Alerta e Resposta para Erupções Globais da OMS, com o acrônimo GOARN.
A equipe viajará no início da próxima semana para o país do leste europeu que fechou escolas e proibiu reuniões em lugares públicos em resposta a um aumento de casos de doença respiratória aguda, que se acredita ser devida a H1N1.
"Isso é uma coisa que certamente precisa de uma investigação”, Hartl disse de Geneva.
Ele disse que o governo da Ucrania está dando informação completa sôbre a erupção, que diz estar se concentrando em tres regiões na parte oeste do país.
Os comentários acima descrevem a equipe investigadora sendo formada como resposta a erupção na Ucrania (ver mapa). Embora a história ainda esteja em evolução, alguns relatos descrevem uma disseminação dramática do virus em 80.000 pessoas, com uma fatalidade de até 1.000. Relatos anteriores descreveram 100 fatalidades mencionando 10.000 casos de infecção, o que criaria uma taxa alarmante de casos de fatalidade de 1%. Novos casos baixariam o índice, assumindo-se que os casos mais recentes não obedecem o mesmo modelo descrito nos primeiros 10.000 casos. Relatos da mídia incluiram descrição de pulmões cheio de sangue, evocando visões da pandemia de 1918, que tambem involveu suíno H1n1 que pulou para humanos e foi facilmente transmitido.
Exemplares já foram enviados para Londres para analise, e a liberação imediata da sequência inicial obtida pelo exame será útil. Pequenas mudanças podem ter efeitos dramáticos quando viruses pulam para outra espécie e a divulgação rápida de H1N1 no oeste da Ucrania, é claramente uma razão para se preocupar.
Original link
Comentários
…
A gripe Suína (tambem conhecida como H1N1) Que Não É Uma Gripe de Modo Algum
Lawrence Broxmeyer, MD
©2009 All Rights Reserved
10-25-9
A pandemia de ‘gripe’ corrente começou em La Gloria, uma cidade com fazendas de porcos nas montanhas de Veracruz do Mexico. Certamente, se existe um lugar que pode revelar a verdadeira natureza da causa da pandemia de 2009, ela seria encontrada em La Gloria, cujos habitantes certamente adoeceram devido a proximidade das fazendas de porco, que os habitantes acusam de poluir o ar e a água com os dejetos de porcos.
Isso é muito semelhante ao que aconteceu em Haskell County, em 1918, lugar original da Grande Epidemia de Gripe de 1918.
Mas Enrique Sanchez, chefe do Departamento de Agricultura do Mexico, não conseguiu encontrar H1N1 nos exemplares de mucus tirados de porcos, várias semanas depois, em 30 de abril. Fizeram-se tambem testes para várias bactérias comuns. No entanto nenhum estudo foi feito para eliminar a possibilidade de tuberculose suína, que é predominantemente aviária, e bovine em menor gráu, e que poderia explicar a quantidade de problemas respiratórios que os habitantes estavam sentindo.
Oficiais mexicanos, inicialmente sem levar em conta a situação de La Gloria, acharam que não importava, como oficiais de saúde em todo lugar tem tendência a fazer. [b] Mesmo assim, dentre 43 pessoas cujo muco foi examinado, somente um caso, de um menino de 5 anos, foi confirmado como sendo de gripe suína. Então o investigador chefe do Instituto de Bionecnologia do Universidade Autônoma Nacional do Mexico, Dr. Carlos Arias, disse para AP:
" Eu não posso entender. Eu podia quase apostar que haviam mais infecções ligadas ao virus."
Logo depois, mais da metade dos 3.000 residentes de La Gloria caiu doente com doenças SIMILARES A GRIPE, com etiologia desconhecida. 450 dos mais doentes foram tratados com antibióticos, tais como Tamiflu, e máscaras. Qual foi o diagnóstico dado? Por que a diagnose foi " infecção respiratória aguda” e por que quando os resultados do exame de escarro chegaram, no inicio de abril, a maioria das pessoas tinha se recuperado, com os casos mais sérios se recuperando tomando somente antibióticos? O "virus" parecia ter abandonado seus sistemas. Mas a pergunta ficou: já que antibióticos não curam "viruses", que doença infecciosa foi esta que estes antibióticos curaram nestas supostas vítimas ?
Em Junho 3, 2009 em Global Research, um artigo curioso por F. William Engdahl apareceu intitulado “ O Plano Secreto de Sarkozy para Vacinação Mandatória com a Vaccine de Gripe Suína” ("Sarkozy's Secret Plan for Mandatory Swine Flu Vaccination"). No artigo, Engdahl afirma claramente que " o único problema com a Vacina de Gripe Suína (H1N1) é que até hoje, nem OMS nem CDC teve sucesso em isolar, fotografar com um microscópio eletrônico o virus de Influenza A H1N1”. Além do mais, não há nenhuma evidência científica publicada de que os virologistas francêses tambem conseguiram. Portanto, menciona Engdahl, “Fazer mandatório uma vacinação para uma doença putativa (que se assume que existe) que nunca foi caracterizada, é no mínimo uma dubiedade.
Engdahl fez seu dever de casa. Quando questionado sôbre a pitografia eletrônica do H1N1 que o CDC botou no seu website recentemente ele revelou sua fonte de informação, o virologista alemão Dr Stefan Lanka, um perito em documentação de viruses atestando que o retrato de H1N1 era tapeação. O virologista escreveu que ele tinha “escrito muitas vezes para o CDC perguntando quem tinha feito o retrato e se eles tinham documentado científicamente as características quimicas e outras propriedades.” Nunca houve uma resposta. Ele concluiu que “se o CDC se recusa a citar a origen das fotos, elas são falsas.” Pior ainda, ele disse, “As fotos são meramente liposomes, sacos microscópicos artificiais cujas paredes são uma camada dupla de phospholipidios, usados para carregar substâncias tais como drogas, vacinas e enzimas para células e órgãos específicos do corpo. Estes foram criados artificialmente por um processo em que embriões de pintos ou culturas de células são mortas, reduzidas e então centrifugadas com algum solvente para então, em vacuum, serem filtradas de modo nano.” Como se não fosse bastante, o virologista testificou que “Tais procedimentos nunca foram caracterizados em um organismo ou em seus fluidos. Além disso, se não houvesse a maniopulação por meio decentrifugação / solvencia / nanofiltração sem mencionaar o procedimento de precipitação, tais particulas jamais teriam se mostrado sob um microscópio eletrônico. Concluindo, sem o isolamento de H1N1, não há um virus infeccioso.”
Engdahl não terminou aí. “Mais bizarro ainda é a admissão pelo FDA (Administração de Alimento e Droga) do governo, uma agência responsável pela saúde e segurança de seus cidadões, de que o 'teste' prematuramente aprovado para liberação para testar a presença de H1N1 não era nem ao menos um teste comprovado. Reinforçando ainda mais seu ponto, continua F. William Engdahl, “não há evidência forênsica em qualquer das mortes relatadas até hoje de que tenha sido apresentado prova científica de que qualquer morte sendo atribuída ao virus de gripe H1N1 foi de fato causada por tal virus.”
Estes pensamentos foram fortalecidos quando Engdahl examinou "Novavax, uma companhia farmacêutica do US sediada em Rockville, Maryland, (que) bastante convenientemente acabou de anunciar que está desenvolvendo uma vacina para H1N1 baseada em “partículas-que-se-assemelham a virus””.
'Partículas como-vírus’ não significa virus. Como virus, formas de tuberculose sem parede cellular, por exemplo, tambem parecem ‘como-vírus’ e aparentemente o mesmo tambem aconteceu com liposomas não infecciosos.
Tanto a Organização Mundial de Saúde (WHO) como o Centro de Controle de Doença (CDC) estão completamente cientes de uma Pandemia de tuberculosis mutissimo mais séria acontecendo hoje no mundo. E no entanto eles escolhem minimizar a conexão, ignorando os sintomas como gripe com que frequentemente tuberculose começa.
OMS livremente admite aproximadamente 1.8 milhões de mortes por tuberculose em 2007, o ano mais recente com dados disponíveis, como tambem que presentemente um terço da população do mundo ou seja 2 bilhões de pessoas, carregam a bacteria de tuberculose.
O "H" e "N" do sub-tipo de influenza revolve em törno de duas glycoproteinas chamadas Hemagglutin (H) e Neuraminidase (N), ambas podendo ser e são associadas com doenças infecciosas tais como as minusculas formas virais de tuberculose, uma doença que deveria ter prioridade alta para o diagnóstico de ‘doenças como gripe’. Um estudo em Medline, Agosto, 2008 no Jornal Clínico de Bioquimica mostrou que níveis de neuraminidase em sputum acima de 1.0 mU per mL eram provas associadas a tuberculose em 92% of cases. Antes disso, bacteria com relação próxima a TB mostraram, através de cristalização, produzir a mesma proteina neuraminidase usada para classificar subtipos de 'Influenza'. Além do mais, até 2006, tem se tornado obvio em estudo de Menozzi, que como influenza, tuberculosis não só usa Hemagglutin para se prender nas células epiteliais do pulmão mas tambem require Hemagglutin para disseminação da doença para o resto do corpo.
O estudo de Khomenko' de 1993, mostrou que tal contagiamento explosivo de formas de influenza ‘como-gripe’ são exatamente a coisa que podia ter feito as epidemias e pandemias anteriores. Khomenko foi mencionado pela nomeada para o prêmio Nobel Lida Mattman, em seu livro de texto. É exatamente por isso que, em resposta a presente pandemia mundial de gripe, o director delegado do ministério de saúde da divisão de tuberculose infecciosa do Japão, Takeshi Enami, foi juntamente com Yoshio Namba, diretor do Office of Pandemic Influenza Preparedness and Response, para participar da conferência de notícias em Tokio, em Maio 1, 2009.
Mas no US, CD e NIH parecem sentir de modo diferente, ignorando tudo menos ‘o vírus’. Muito dessa mesma conversa já aconteceu quando em 1990, uma erupção de uma tuberculose resistente a muitas drogas (MDR) aconteceu em um grande hospital municipal de Miami. Logo depois disso, erupções semelhantes em tres hospitais da Cidade de New York deixou muitas pessoas sofrendo e morrendo…
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(2) "The Swine Flu (aka 'H1N1) That's Not A Flu
AnoniCanuck 2009-10-31 13:33:00
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A Gripe Suína ( conhecida como 'H1N1) Isso não é uma Gripe de Jeito Nenhum (2)
Mas, nos Estados Unidos, o CDC e o NIUGH parecem sentir diferentemente, ignorando tudo menos “o virus”. Muito dessa mesma conversa aconteceu quando em 1990, uma erupção de uma tuberculosis resistente a muitas drogas (MDR) aconteceu em um grande hospital municipal de Miami. Logo depois disso, erupções semelhantes em tres hospitais da Cidade de New York deixou muitas pessoas sofrendo e morrendo. Em 1992, aproximadamente dois anos mais tarde, tuberculose resistente a drogas tinha se espalhado para dezesete estados nos Estados como mini epidemias mortais, e foi divulgada como estando for de contrôle pela mídia internacional mas não pela americana. Formas virais suínas, aviária e humana de TB podem ser transmitidas de uma espécie para outra. Em 1993 a Organização Mundial de Saúde (OMS) proclamou tuberculose uma emergência mundial de saúde. (1)
1918 e Hoje
Ninguém pode negar as similaridades entre o desencadear da epidemia de 1918 e a de hoje, e no entanto uma declaração para a imprensa, emitida em 18 de agosto de 2008 pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) contem um achado de chamar atenção e conclusão: Os 20 a 40 milhões de mortes no mundo devido a grande Pandemia de Influenza (Gripe) não se deveu a ‘flu’ ou virus, mas a pneumonia causada por infecção bacterial massiva."(2)
Subsequentemente, um estudo poublicado em JAMA por Talbot e Moore (3) em 2000 mostrou que imigrantes mexicanos para o US tem o índice mais alto de tuberculose entre pessoas provindas do exterior. Mexico é o país onde morte devida a Gripe Suína” foi documentada pela primeira vez.
A pesquisa de Lawrence Broxmeyer MD (4) primeiro proclamou que a pandemia de 1918 era devida a bacteria, particularmente formas mutantes de bacteria de TB em ave, porco, gado e humano. (http://drbroxmeyer.netfirms.com/001pdfBIRDFLUEDITORIALPUBLISHED.pdf ).
Estas formas de tuberculose são com frequência como virus, mutam frequentemente e podem passar de uma espécie para outra. Mais ainda, os anticorpos de tais formas virais reagem no material usado como ‘compliment fixation’ e mais tarde em assays ‘virais’ (5). Eles tambem crescem em culturas que deveriam desenvolcer somente viruses.
Em um documento em 16 páginas que apareceu em Population and Development Review, University of California, os demógrafos Andrew Noymer e Michael Garenne trouxeram estatísticas convincentes mostrando que TB não detectada pode ter sido a causa real das mortes da epidemia de 1918 (6).
AS RAÍZES DA HISTORIA
A hipótese de TB de Noymer se mantem com sentido em relação a historia. Poucos ‘peritos’ em gripe estão cientes de que em textos medico impressos em cêrca de 1918, ‘influenza’ era atribuída não a virus mas a uma bacteria chamada Mycobacterium influenzae, discoberta por Pfeiffer e Canon (7) em 1892......não exatamente uma coincidencia já que Richard Pfeiffer trabalhou algum tempo para Robert Koch, o descobridor de tuberculose, uma doença tambem causada por outro bacillus chamado Mycobacterium tuberculosis. Ambas mycobacteria tingiam melhor com carbol-fuchsin, um colorante bacterial comumente usado no tingir de mycobacteria pois ela tem afinidade por acidos mycolicos encontrados em suas paredes celulares. Mycobacteria como tuberculose são particularlmente letais porque ela compartilham propriedades tanto de fungi ("myco-") como tambem de bacteria. Não muito tempo atrás TB era chamada como "capitão dos homens de morte ". E nunca perderam seu potencial de matar.
Mycobacterium influenzae era tida pela maioria como sendo a causa de influenza até 1933. Mas haviam problemas sérios de diagnose de Mycobacterium influenza. Stengel e Fox avisaram (8) sobre esses problemas na versão de 1915 do livro "A Textbook of Pathology por W.B. Saunder e que eles citam amplamente. Problemas com identificação revolviam principalmente em torno do fato que embora a influeza bacterial ocorresse inicialmente e abundantemente em sputum (catarro) de pacientes com influenza, ela diminuia em quantidade na medida em que os casos avançavam. E quando a expectoração purulenta parava, quer a doença estivesse ativa ou não, Mycobacterium influenzae "disaparece completamente"(8).
Em 1933, os medicos ingleses Wilson Smith, Christopher H. Andrewes, e Patrick P. Laidlaw(9) removeram secrecões da garganta de humanos com sintomas como de gripe que se pensava que fosse influenza, e então filtraram o agente suspeito que por ter passado por filtro foi proclamado falsamente desde o início como sendo "um virus". Injetando em furões, os furões então desenvolveram os mesmos sintomas como de gripe, que Smith, Andrews e Laidlaw sumáriamente declararam como "influenza". Alem disso, Sir Christopher Andrewes sugeriu, com ajuda de Burnet e Bang, que o têrmo "myxovirus", significando "virus de/com mucus ", fosse incorporado como um nome para Influenza. Isso, imagina-se, foi porque o organismo foi provindo de secrecões de muco (catarro).
Mas, para o patologista do governo e medico pioneiro e pesquisador William M. Crofton, que por virtude de sua posição como patologista do condado tinha examinado alguns do exemplares de ‘flu’ humana de Laidlaw, o caso inteiro de Laidlaw era invalido. Crofton descobriu que os exemplares de ‘flu’ de Laidlaw estavam cheios com o bacillus Mycobacteria influenzae, que então tinha recebido o nome de Haemophilus Influenzae. Para Crofton este bacilli era o denominador comum para a Pandemia de 1918 que ele tinha testemunhado, embora a bacteria pudesse ser acompanhada por uma variedade de organismos oportunísticos tais como Staph e Strep. Crofton publicamente e pessoalmente confrontou e desafiou Laidlaw a vir a seu laboratório para a prova de que sua Influenza não era viral. Crofton estava convencido tendo tido confirmação de cientístas como Calmette de Pasteur de como certas formas de tuberculosis, parecendo tanto minúscula como viral, podiam passar pelos menores filtros. Crofton ele mesmo então estabeleceu que tuberculose podia desaparecer nos tecidos como viruses fazem, e então passar por filtros que impediriam a passagem da maioria das doenças agora invariavelmente chamadas de doença viral’. ‘Certamente, então, Crofton concluiu, "Tuberculose tem mais direito de ser considerada um verdadeiro virus do que estes (10)." Então, durante uma época quando formas virais de TB estavam sendo documentadas de modo escasso, Crofton lutou para ligar H. Flu com TB que frequentemente infectavam de modo coordenado, enquanto o momento politico e histórico levou o estudo de Laidlaw para a posteridade. Perdeu-se uma grande oportunidade para corrigir o recorde.
Frank Macfarlane Burnet foi o primeiro a fazer crescer "Influenza" em laboratório; in 19 em 1940 ele desenvolveu influenza em ovos de galinha com embriões, usando o saco allantoico. Ele obviamente considerou que essa técnica era específica a "Influenza", nunca se dando ao trabalho de considerar que tal lugar podia tambem ser um lugar excelente para cultivar as formas virais ou Deficientes De Paredes Celulares (CDW) de tuberculose e a mycobacteria. De fato, a TB viral cresce dentro de 6 hours após introdução nesse lugar, em embriões de galinha (11). Além do mais, algumas das formas filamentosas de tuberculosis mencionadas por Corper (12) parecem ser muito semelhantes a formas atribuídas a ''Influenza'' por Burnet, bioquemista e guru de Influenza (13).
Não era porque Burnet não sabia que bacteria podia assumir formas virais. O primeiro, e durante algum tempo o único, Burnet foi o virologista na Austrália que descobriu bactéria em formas virais de of Q-fever (14). E nesse mesmo documento, proclamando Virologia como uma Ciência Independente, e depois de admitir que viruses, inclusive de influenza, são compostos do mesmo tipo de material que bacteria, Burnet lutou para diferenciar influenza pelo fato de que ‘provavelmente não tem DNA’ e portanto era exclusivamente DNA.(Ibid.). Mas, segundo Xalabardar, algumas formas de mycobacteria deficientes em parede celular tambem são exclusivamente RNA. Além do mais, aponta Xalabarder, tais formas tuberculares deficientes em parede celular são verdadeiros antigenos. Todos, semelhante a Influenza, induzem a produção de anticorpos específicos detectáveis por testes de fixação por complemento, tais como aqueles originalmente …
(3) "A Gripe Suína (conhecida como 'H1N1) Que Não É Uma Gripe
AnoniCanuck 2009-10-31 13:34:37
A Gripe Suína (conhecida como 'H1N1) Que Não É Uma Gripe de modo algum (3)
Não era porque Burnet não sabia que bacteria podia assumir formas virais. O primeiro, e durante algum tempo o único, Burnet foi o virologista na Austrália que descobriu bactéria em formas virais de of Q-fever (14). E nesse mesmo documento, proclamando Virologia como uma Ciência Independente, e de depois admitir que viruses, inclusive de influenza, são compostos do mesmo tipo de material que bacteria, Burnet lutou para diferenciar influenza pelo fato de que ‘provavelmente não tem DNA’ e portanto era exclusivamente DNA.(Ibid.). Mas, Segundo Xalabardar, algumas formas de mycobacteria deficientes em parede cellular tambem são exclusivamente RNA. Além do mais, aponta Xalabarder, tais formas tuberculares deficientes em parede cellular, são são verdadeiros antigenos. Todos os quais, semelhante a Influenza, induz a produção de anticorpos específicos detectáveis por testes de fixaçnao por complemento, tais como aqueles originalmente usados para detectar Influenza
CONCLUSÃO
Em um estudo definitivo (15), Dr. Robert Donaldson, trabalhando para working na Sociedade Patologica de Grã Bretanha tinha eliminado a possibilidade de que a mycobacteria agora chamada de H. Influenza , estava por trás da epidemia de 1918, talvez devido a sua natureza de desaoarecer. Mas, ao mesmo tempo ele rapidamente acrescentou que não havia o menor vestígio de evidência de que a doença era devido a um ;virus’ ou influenza. Nem tambem Donaldson foi capaz de refutar os sentimentos de Broxmeyer e Noymer's de que TB estava por trás das muitas nortes na pandemia, especificamente porque sabe-se que infecções bacteriais secondárias, sejam de influenza Haemophilus oportunistica ou qualquer outra bacteria comum, são manifestação secundária comum em pulmões infectados com TB. Durante a pendemia, um terço dos pacientes que tinham influenza Haemophylus tinham tambem tuberculosis - sabendo-se que, como sempre, muitos outros casos de TB não foram diagnosticados.
A fim de entender por que colocamos esta enfase em virologistas empenhados em uma ‘influenza matadora’ hoje no US, temos que olhar de volta na própria história da ciência. Até o final dos anos de 1940 ‘viruses’ de influenza eram estudados como infecções, que embora filtráveis, eram concebidos como analogos a bactéria, um tipo de ultra bacteria ou de bacteria como virus. Sem se deixar vencer, e ainda vendo influenza como uma grande portunidades para virologia, em 1941 o virologista Hirst alegou que o ‘virus’ de influenza, podia aglutinar (ou coagular) celulas vermelhas de aves e outras espécies animais (16). Tal descoberta de hemagglutinin por seu torno levou a rápidos assays do que se pensou ser influenza . O "H" em H1N1 nos vem de Hirst, que mostrou que partículas de ''virus'' primeiro são absorvidas nas células vermelhas e, depois de algum tempo, ilude, novamente como resultado do que poderia ser interpretado como uma reação enzimática. Mas 6 anos depois, Middlebrook e Dubos(17) fizerm com isso parecesse como nada mais do que um truque barato de mágica de chapéu por mostrar que de modo similar aglutinação de célula vermelha podia ser obtida de sera de pacientes com tuberculose. Takahashi e Ono(18,19) reviram semelhante aglutinação de célula vermelha ocorrendo na presença de serums toberculosos.
Como historiador de Influenza, van Helvoort apropriadamente apontou (20) que, de fato, nos anos de 1930 e 1940 o conceito de ‘viruses filtráveis’, inclusive Influenza, estavam sendo sujeitos a tal criticismo que os alicerces da Virologia estavam sendo ameaçados. Afirmações dogmáticas como aquelas vindo do virologista pioneiro Andre Lwoff in 1957 : ''Viruses devem ser considerados como viruses porque viruses são viruses “ (21) era totalmente inaceitáveis, e fizeram pouco para ajudar a situação. Então foi que em 1952 Cornelius P. Rhoads, Diretor do Instituto Sloan-Kettering para Pesquisa de Cancer na cidade de New York City, comentou na introdução a uma conferência que o têrmo ''viruses'', tal como aqueles de Influenza, tinham alcançado “um alto status profissional com credenciais duvidosas .''(22).
Talvez em seu texto autoritativo, A Patogenesis de Tuberculosis, o chefe de patologia de Johns Hopkin, Arnold Rich resumiu as coisas da melhor maneira:
"Em relação a questão quanto aos efeitos de influenza em tuberculosis, deve-se indicar que muitos casos em que se pensou que tuberculose pulmonar se seguiu a um ataque de influenza eram, na realidade uma manifestação de uma infecção tubercular existente; pois, tuberculoprotein, quer absorvida a partir de uma lesão que se espalha ou que é injetada no corpo, pode causar sintomas constitucionais (febre, malaise, dor de cabeça, dores nas juntas, anorexia protração) muito como em casos de influenza.” (23)
Como o professos Hans Rosling ( http://www.youtube.com/watch?v=V8bUtbODV-Q http://www.youtube.com/watch?v=V8bUtbODV-Q) tão apropriadamente indicou: durante os 13 dias iniciais em que a OMS começou a ganhar dados sobre Morte devida a Gripe Suína, em Abril 24-Maio 06, 2009, 31 pessoas morreram de Gripe Suína. 29 no Mexico e 2 no US. Durante esses mesmos período janela de 13 dias, 63.000 pessoas no mundo morreram de tuberculosis. (http://www.who.int/research/en).
O que nós temos hje é uma pandemia de sintomas ‘como gripe’. E sintomas ‘como gripe’ não significa necessariamente que ‘Infuenza’ é a causa subjacente.
Leitores iknteressados no assunto de Infleuza/TB podem tambem ir para o hypelink de Dr. Ron Paul, MD e: HYPERLINK "http://informationclearinghouse.info/article22507.htm \\ _blank"http://informationclearinghouse.info/article22507.htm
Outros links relevantes, tambem aplicáveis a corrente situação de epidemia de Gripe Suína incluem: (http://www.frequencyfoundation.com/2009/07/bird-flu-influenza-and-191 8-case-for.html)
E:
(http://www.frequencyfoundation.com/2009/07/swine-flu-do-we-really-hav e-right.html#links)
REFERENCIAS
1. Talay F Kumbetli S Altin S Factors associated with Treatment Success for Tuberculosis Patients: a Single Center's Experience in Turkey Jpn. J. Infect. Dis., 61,25-30, 2008.
2. DM Morens et al. Predominant role of bacterial pneumonia as a cause of death in pandemic influenza: Implications for pandemic influenza preparedness. The Journal of Infectious Diseases DOI: 10.1086/591708 (2008).
3. Talbot EA Moore M McCray E Binkin NJ Tuberculosis Among Foreign-Born Persons in the United States, 1993-1998 JAMA. 2000;284:2894-2900.
4. Broxmeyer L. Bird flu, influenza and 1918: The case for mutant Avian tuberculosis. Med Hypotheses. 2006;67(5):1006-15. Epub 2006 Jun 27
5. Xalabardar C, Formas L. Publicaciones Del Instituto Antituberculoso Francisco Moragas. 7, Barcelona; 1970. p. 183.
6. Noymer A, Garenne M. The 1918 influenza epidemic's effects on sex differentials in mortality in the United States. Popul Dev Rev 2000;26(3):56581.
7. Chester FD A Manuel of Determinative Bacteriology Macmillan & Company Ltd, London 1901 p.351. 401ppgs.
8. Stengel A Fox H A text-book of Pathology 6th Edition Philadelphia and London WB Saunders & Co 1915 1039 ppgs P298
9. Smith W, Andrewes C, Laidlaw P. A virus obtained from influenza patients. Lancet 1933;2:6668.
10. Crofton WM The True Nature of Viruses 2nd Edition, Staple Press, London 166pgs 1939
11. (Balan V.F. (1991): The use of chicken embryos for the culture of L-forms of mycobacteria tuberculosis . Problemy Tuberkuleza i Bolezni Legkikh, 2, 5960.)
12. Corper HC. In discussion following mutation forms of the tubercle bacillus. JAMA 1926; 9(October):121011.
13. Burnet F. Filamentous forms of influenza virus. Nature1956; 177(4499):130.
14. Burnet F. Virology as an independent science. Med J Australia 1953; 40(223):8415.
15. Donaldson R. The bacteriology of influenza: with special reference to Pfeiffer's Bacillus. In: Crookshank, editor. Influenza. London: Heinemann; 1922. p. 139313. 144.
16. Hirst GK. The agglutination of red cells by allantoic fluid of chick embryo infected with influenza virus. Science ;xciv:223. 1941.
17. Pound A. Observation on the agglutination and haemolysis of red cells treated with extracts of Mycobacterium tuberculosis: an evaluation of methods. J Patho...
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(4) "A Gripe Suína (tambem conhecida como 'H1N1) Que Não É Uma Influenza
AnoniCanuck 2009-10-31 13:36:29
A Gripe Suína (tambem conhecida como 'H1N1) Que Não É Uma Influenza de Modo Algum
17. Pound A. Observation on the agglutination and haemolysis of red cells treated with extracts of Mycobacterium tuberculosis: an evaluation of methods. J Pathol Bacteriol 1952;64(1):13143.
18. Takahashi Y, Ono K. Hemagglutination reaction by the phosphatides of the tubercle bacillus. Kekkaku no Kenkyu (Tuberculosis Res) 1957;7:1.
19. Takahashi Y, Ono K. Study on the passive hem agglutination reaction by the phosphate of M. tuberculosis. 1. The reaction and its specificity. Am Rev Resp Dis 1961;83(2):
20. van Helvoort T. History of virus research in the 20th century: the problem of conceptual continuity. Hist Sci1994;32(2):185235.
21. Lwoff A. The concept of virus. The third Marjory Stephenson Memorial Lecture. J Gener Microbiol 1957;xvii:23953.
22. Rhoads CP. Introduction {to a conference on viruses as causative agents in cancer}. Ann NY Acad Sci 1952;liv:8723.
23. Rich, AR The Pathogenesis of Tuberculosis 2nd Printing. Charles C. Thomas Publisher. Springfield, Illinois 1946. 1008 pps.P.627
Lawrence Broxmeyer, MD
Whitestone, New York 11357
This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it
Source: http://www.rense.com/general88/flu.htm
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India: 36 Vitimas Morrem mas Testam Negativo para H1N1
AnoniCanuck 2009-10-31 15:50:58
E o artigo acima pode explicar este mistério...
Duas em Tres Vítimas Testam negativo
Nozia Sayyed / DNA
Quarta-feira, Outro 28, 2009 2:40 IST
Mumbai (India): Médicos em um hospital do governo Sassoon General Hospital em Pune querem que o Instituto Nacional de Virologia (NIV) ‘descodifiquem o mistério’ da morte de 36 patients cujos exemplares testaram negativo para para infecçnao de Influenza A for the Influenza A infection.
Todas as 36 pessoas foram admitidas ao hospital desde Agosto sob a suspeita de serem casos de H1N1. "Nós não temos conseguido encontar nenhuma indicação definitiva sobre a morte de tantas pessoas cujos exemplares testaram negativo” disse
o dean do Sassoon Hospital, Dr Arun Jamkar.
Dos 93 casos de morte confirmadas devido a gripe suína, 47 foram no hospital administrado pelo governo,
enquanto o resto foi em outros estabelecimentos de cuidado de saúde designados para tartar destes casos.
Jamkar disse que o hospital até agora registrou 83 morte, das quais 47 foram devidas a gripe suína. "Os exemplares dos 37 restantes que foram admitidos aoi hospital com sitomas como de influenza e foram considerado como casos suspeitos, foram testados como negativo para H1N1. Eles tambem não sofreram de dengue ou qualquer outra infecção bacterial, ‘ ele disse. O grande número de mortes devido a um ‘fator desconhecido’ tem levantado preocupação.
They also did not suffer from dengue or any other bacterial infection," he said. The large number of deaths due to "an unknown factor" has raised concern.
"Nós pedimos a NIV para estudar os exemplares para todos os tipos de influenza e ver se há um elo comum nessas mortes,”
for all types of influenza, Jamkar said. Os ificiais de saúde do estado e o diretorado de educação e pesquisa tambem foram informados.
O chefe do departamento de torax e tuberculose no Hospital Sassoon Hospital Dr S Ghorpade disse, " Nós temo que checar para todos
Qualquer mudança histological ou patogêneos atípicos, procuramos a ajuda de NIV."
O diretor delegado de NIV Dr Mandeep Chaddha disse que exemplares precisavam
Ser testados novamente para encontrar a razznao exata da morte. “Há muitos tipos de virus e parainfluenza,"
Ela disse, acrescentando que todos os exemplares estão sendo correntemente testados somente para o vírus H1N1.
Source: http://www.dnaindia.com/mumbai/report_two-out-of-three-victims-test-ne gative_1303964


















